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Pescadores do AM querem delegacia fluvial para combater assaltos a barcos pesqueiros
Fonte: portalamazonia.com
A categoria denunciou, junto à Federação dos Pescadores, a atuação de piratas no rio Solimões
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| Foto: Reprodução |
Pescadores que atuam nos municípios de Manacapuru, Iranduba e Manaquiri, no interior do Amazonas, denunciaram nesta quinta-feira (20) a atuação de piratas no rio Solimões. A denúncia foi feita junto à Federação dos Pescadores do Amazonas (Fepesca-AM), que vai encaminhar ao Governo do Estado o pedido de criação de uma delegacia fluvial e postos de fiscalização na Microrregião de Manaus.
Na madrugada da última quarta-feira (19), a embarcação do pescador
Aldeni Valente Masulo foi roubada no porto da Correnteza, em Manacapuru.
No fim de semana, outra embarcação, dessa vez no Iranduba, foi levada
por piratas. O crime aconteceu na orla de Iranduba, próximo ao
frigorífico Friúba. Além do barco, os criminosos levaram todos os
equipamentos de pesca.
O pescador Aldeni Mazulo, que há 33 anos atua no setor pesqueiro, disse que ficou sem o barco que também era usado para o transporte da família. “Até agora não temos nenhuma pista dos criminosos. O caso está sendo investigado pela polícia”, lamenta o pescador.
A Fepesca estima que a cada semana ocorram, em média, quatro assaltos e roubos a embarcações na Microrregião de Manaus (Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Manacapuru, Manaquiri e Manaus).
O presidente da Fepesca, Walzenir Falcão, disse que toda semana recebe denúncia de pescadores que tiveram embarcações e materiais de pesca levados por piratas. “Desde o início do ano, os crimes têm acontecido com mais frequência. A onda de assaltos está preocupando os pescadores, que temem ser mortos pelos assaltantes”, afirmou Walzenir.
Na tentativa de resolver o problema, a Fepesca vai solicitar ao Governo do Estado a criação de uma delegacia fluvial, como já existe em outras regiões do País. “Vamos conversar com o governador José Melo e expor o problema vivido pelos pescadores”, explicou Walzenir. “Queremos uma delegacia fluvial e postos de fiscalização para atender os pescadores, bem como inibir a atuação dos piratas”, acrescentou.
Na região do Baixo Amazonas, na divisa com o Estado do Pará, os pescadores também reclamam do aumento dos casos de roubo a embarcações. Nos municípios de Nhamundá, Parintins e Barreirinha, os assaltos têm afetado barcos pesqueiros e de transporte de passageiros.A falta de segurança enfrentada pelos barcos na região do Baixo Amazonas já foi comunicada pela Fepesca à Capitania dos Portos, que declarou que conhece o problema e buscará uma solução para o caso.
O pescador Aldeni Mazulo, que há 33 anos atua no setor pesqueiro, disse que ficou sem o barco que também era usado para o transporte da família. “Até agora não temos nenhuma pista dos criminosos. O caso está sendo investigado pela polícia”, lamenta o pescador.
A Fepesca estima que a cada semana ocorram, em média, quatro assaltos e roubos a embarcações na Microrregião de Manaus (Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Manacapuru, Manaquiri e Manaus).
O presidente da Fepesca, Walzenir Falcão, disse que toda semana recebe denúncia de pescadores que tiveram embarcações e materiais de pesca levados por piratas. “Desde o início do ano, os crimes têm acontecido com mais frequência. A onda de assaltos está preocupando os pescadores, que temem ser mortos pelos assaltantes”, afirmou Walzenir.
Na tentativa de resolver o problema, a Fepesca vai solicitar ao Governo do Estado a criação de uma delegacia fluvial, como já existe em outras regiões do País. “Vamos conversar com o governador José Melo e expor o problema vivido pelos pescadores”, explicou Walzenir. “Queremos uma delegacia fluvial e postos de fiscalização para atender os pescadores, bem como inibir a atuação dos piratas”, acrescentou.
Na região do Baixo Amazonas, na divisa com o Estado do Pará, os pescadores também reclamam do aumento dos casos de roubo a embarcações. Nos municípios de Nhamundá, Parintins e Barreirinha, os assaltos têm afetado barcos pesqueiros e de transporte de passageiros.A falta de segurança enfrentada pelos barcos na região do Baixo Amazonas já foi comunicada pela Fepesca à Capitania dos Portos, que declarou que conhece o problema e buscará uma solução para o caso.
Edição: Xokolaty Kimura
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